domingo, 16 de julho de 2017

Festa entre amigos

Era sexta de noitinha quando chegamos ao sítio que alugamos para o fim de semana. Fomos eu (Lucas), meus primeiros (Ricardo e Henrique) e alguns amigos nossos. O churrasco ia rolar mesmo no sábado e domingo, mas chegamos a um acordo com a dona do sítio para irmos na sexta pra preparar tudo e gelar a cerveja. Aproveitamos pra fazer uma lista do que tínhamos esquecido pois, no sábado, alguns teriam que voltar à cidade pra buscar uns amigos que não puderam ir na sexta e aproveitaríamos pra comprar o que faltava.
O sítio era muito espaçoso. Tinha uma piscina com cachoeira artificial, sauna, sinuca, pingue-pongue, quadra e um campinho de futebol. Meus primos adoraram já que são loucos por uma pelada.
No sábado, levantamos cedo para aproveitarmos mais o dia. Tomamos sol, abrimos umas latinhas de cerveja e colocamos carne na churrasqueira para assar. Como não tinha necessidade de todos irem à cidade, ficou definido que apenas nossos amigos (Bruno e Júlio) voltariam para buscar os dois restantes e que eu e meus primos ficaríamos responsáveis por temperar o resto das carnes. Eles foram e nós três preparamos tudo e resolvemos esperar os outros chegarem pra continuarmos o churrasco. O Henrique estava com sono ainda e resolveu dormir na rede depois de um mergulho na piscina. Eu e o Ricardo resolvemos ver se a grama do campinho estava numa altura boa, senão teríamos que chamar o caseiro.
O sítio era muito grande e nos custou um dinheirão, mas valia a pena. O campinho era próximo da casa e era um pouco longe do salão onde ficava a churrasqueira. A piscina era perto da churrasqueira. O Henrique colocou a rede lá embaixo mesmo, já que não queria ficar na varanda da casa. Sorte minha. Eu sempre saí com garotas, mas também sempre tive curiosidade em saber como é ir pra cama com um homem. Até então, era só curiosidade e nunca pensei em realizar nada.
Meus primos são lindos. O Ricardo tem 1.82 m e o Henrique 1.85. São fortes, corpo bem definido e uma bunda de dar inveja a muito marmanjo. Eu também não fico atrás. Também tenho 1.82 m e corpo malhado. A bunda de dar inveja é de família. Estávamos os três de sunguinhas pequenas e um pouco apertadas. A minha e do Henrique eram pretas e a do Ricardo era branca. Estávamos molhados pois tínhamos dado um mergulho. Chegamos no campinho, vimos que a grama estava boa e nos sentamos no chão mesmo pra conversar e esperar o tempo passar até os outros voltarem. O Henrique já estava apagadão na rede lá em embaixo. Sempre tivemos muita liberdade e conversamos de tudo, desde coisas bobas até sérias. Começamos uma conversa sobre garotas e o que tinha rendido na semana anterior. Percebi que vendo meu primo ali todo molhado e com aquela sunga quase transparente eu ficava com tesão e me controlei ao máximo. Quando não aguentei mais pensei numa maneira de introduzir ao papo algo gay pra ver qual seria sua reação. Então inventei que na semana anterior eu tinha conhecido uma garota muito louca. Ela era bissexual assumidíssima e que adorava transar com pessoas que também fossem bi. Disse que ela contou que uma vez transou com dois caras e que adorava ver um metendo no rabo do outro.
A reação do meu primo não foi de repulsão como imaginei. Ele disse em tom de brincadeira que se a mulher fosse uma “Angelina Jolie” ele até dava o rabo só pra poder comê-la e que, se ela quisesse, até levava uns tapas na bunda pra ela ficar com mais tesão. Rimos muito nessa hora e, pra minha surpresa, quando olhei pra sunga dele, vi que ele estava com o pau meio duro. Brinquei dizendo “Que é isso, cara? Pensando na Angelina Jolie nua ou no cara lhe dando palmadas e metendo em você?”. Vi que ele ficou vermelho de vergonha e disse que eu estava delirando, que o negócio dele é mulher mesmo e que ele conseguiria tocar uma pela Angelina Jolie todo dia sem enjoar.
Como sempre tivemos muita liberdade até mesmo de trocar de roupa na frente um do outro, brinquei dizendo pra ele tocar uma ali falando em voz alta tudo que ele queria fazer com a Angelina. Ele, mais do que depressa, levantou, tirou o pau pra fora e começou a tocar uma punheta dizendo “Vou esfregar a cabeça do caralho no grelinho dela até ela ficar louca de tesão. Quando ela estiver quase gozando, dou uma palmada na xota ensopada dela e meto de uma vez só essa minha jeba enorme nela. Fó lá dentro um tempinho pra ela se acostumar e começo a rebolar devagarinho e a bombar também devagar. Depois é só loucura até gozar”. Então respondi esfregando meu pau por cima da sunga sem que o Ricardo visse já que ele estava de olhos fechados “E o cara que vai lhe dar as palmadas e lhe comer?”. E a resposta foi “Se eu estiver fodendo a Angelina, deixa ele fazer o que quiser que nem vou notar”. O pau do meu primo era algo descomunal assim como o meu. Era uma jeba grande e grossa. Era maravilhoso olhar ele tocar aquela tora e ver que a mão dele quase não fechava em volta. Cheguei por trás e já fui logo relando, já que não estava mais aguentando de tanto tesão e disse “O cara que você imaginaria ali com vocês seria um tipo eu e com um pau deste tamanho?”.
Ele assustou, olhou pra trás e me viu com um mastro tão grande quanto o dele nas mãos e duraço. Perguntou “Que é isso, cara? Está doido? Eu gosto é de mulher. Sai pra lá com esse pau que meu negócio é outro”. Então ele se virou, foi andando em direção a casa e já guardando o pau ainda duro na sunga. Fui atrás e disse “Agora que está ficando bom você quer sair? Nada disso, agora vamos até o fim. Enquanto sonha em meter na Angelina, vai levar pica na bundinha sim”. Falei isso já pegando o pau dele e colocando pra fora de novo. Ele começou a se debater, mas como sou mais forte que ele, derrubei-o no chão de barriga pra baixo, fui logo dando uma palmada bem estalada na bundinha dele e dizendo “Cala a boca seu viadinho, putinha. Eu vi que você morreu de tesão com a história que lhe contei” A única coisa que quero ouvir de você é gemido de tesão. Vai dar pra mim como uma boa cadelinha que é.
Vai rebolar na minha pica até eu esporrar, entendeu? ENTENDEU?”. “Entendi, mas me solta que está me machucando, cara. Não precisa disso tudo. Por que está fazendo isso comigo? Achei que éramos amigos”. Ele falou isso já chorando de tanto desespero de ter o rabo arrombado por minha pica. “Estou fazendo só o que você gosta. E você gosta de apanhar e levar pau na bunda. Só que não tinha coragem de falar e eu percebi isso. Gosta de ser dominado como uma putinha no cio, então é isso que vou fazer”. Mandei-o ficar de quatro apoiado nos cotovelos pra bundinha dele ficar mais arrebitada pra mim. Peguei aquela sunguinha branca e linda e enfiei no reguinho dele. Dei duas palmadas em cada lado daquela bundinha gostosa que fizeram com que ele gemesse e tremesse de dor e tesão, pois o pau dele que já estava mole levantou na hora. “Não falei que era isso que você precisava seu viadinho? Então toma mais, safado”.
E dei mais três palmadas, todas no mesmo lugar. A bunda dele já estava até vermelha de tanto apanhar e, quanto mais eu batia, mais o pau dele ficava duro e o meu também. Então rasguei a sunga dele todinha e o levantei do chão pelos cabelos. Peguei a sunga e enfiei na sua boca, dizendo pra não tirá-la até eu mandar. Agarrei aquela tora imensa dele e saí puxando-o em direção a casa. Ele deu um gemido na hora de dor, então eu larguei o pau dele, dei uma puta palmada na bunda dele que já estava peladinha e o mandei calar a boca. Na casa, levei-o direto ao meu quarto. Tranquei a porta e o joguei em cima da cama. Sentei, olhei pra ele ali deitado, totalmente vulnerável e meio assustado olhando pra mim com a sunga ainda na boca e o pau mais duro que tudo. Então tirei a sunga da sua boca e comecei a alisar aquela pica com carinho e cuidado. Era uma pica mais ou menos do tamanho da minha, com uma cabeçorra linda. Esfreguei aquela cabeçorra e ele gemeu de tesão. Perguntei se estava gostoso e ele fez que sim com a cabeça. Dobrei as pernas dele e abri bem. Enquanto esfregava aquele mastro, olhava pro cu dele que já estava piscando. Ele percebeu e tentou mudar de posição. Então levantei depressa e lasquei uma palmada não forte, mas com força o suficiente pra doer um bocado bem no saco dele.
Puxei-o pelos cabelos, mandei-o ficar de quatro e disse que ele ia mamar naquela minha pica um pouco pra ver se ele relaxava. Peguei meu pau, deu um tapa na cara dele mandando-o abrir a boca e meti sem dó. Ele engasgou um pouco no início já que também tenho um mastro grande, mas deu conta de colocar tudo na boca. “Agora mama gostoso senão vai apanhar”.
Eu tinha levado um roupão pra usar na piscina e ele estava em cima da cama. Tirei a corda do roupão pra fazer de cinto e mostrei pra ele. “Chupa minha pica e muito bem chupado ou vai levar isso na bunda”. Ele não sabia bem como fazer já que nunca tinha chupado um pau e errou um pouco no início. Então tirei o pau da sua boca e disse “Espera aí e fica nessa posição!” Fui até o banheiro e molhei a corda do roupão. Era melhor assim, ía doer mais e seria um estímulo pra ele. “Agora sim. A corda está molhada e se você errar mais uma vez, vai levar na bunda até acertar, entendeu sua putinha?”. Ele fez que sim e logo que cheguei perto ele foi abocanhando meu pau. Claro que ele errou logo de cara a chupada e levou a primeira cordada. Ele até baixou a bunda de dor, mas não tirou o pau da boca.
Levou mais algumas cordadas até pegar o ritmo certo e não errar mais. Eu já estava louco de tanto tesão e, quando vi que ele aprendeu a chupar uma pica, segurei-o pelo cabelo e comecei a bombar na boca dele.
Ele gemia de tesão e começou a tocar uma punheta alucinada. Deitei-o na cama, fui por cima (não num 69), meti na sua boca e continuei a bombar. Ele ficou alucinado. Se punhetava com um mão e massageava meu saco com a outra. Foi assim até a hora que não aguentei mais segurar e esporrei na sua boca.
Vi que ele sufocou um pouco e tirei o pau dizendo “Fica com a boca aberta que vou terminar de gozar nela”. Bati punheta até terminar de jorrar todo o leite na sua boca. Quando terminei, mandei-o engolir tudo e ele assim fez. Quando terminou de engolir, me pediu um beijo. Recusei dizendo que só daria depois de tê-lo comido de todas as maneiras que eu queria. E avisei que se ele gozasse sem autorização iria levar uma surra como nunca levou na vida. “Agora fica de quatro pra mim, apoiado nos cotovelos”. Ele ficou. Comecei a examinar aquela bunda vermelhinha de tanto apanhar e aquele cu apertado que piscava feito louco já sabendo que ía levar naba.
Voltei ao banheiro sem dizer nada e peguei o creme de cabelo. Voltei e ele permanecia na mesma posição. Já tinha aprendido que quem dava as ordens era eu. Peguei o creme e passei no cuzinho dele.
Na hora que encostei, ele contraiu, mas arrebitou mais ainda a bunda pra mim. Dei um tapa na virilha dele e disse “Assim que eu gosto, mas como não sou sacana, vou amaciar suas pregas pra não doer muito quando eu meter, ok?”. Então comecei a massagear o cuzinho dele. Passava o dedo médio devagar em volta e, às vezes, esfregava de forma rápida na entrada do rego dele pra deixá-lo com tesão. Fiquei assim um tempo e disse “Preparado pra levar naba?”.
“Estou, mas vai devagar porque sei que vai doer”. “Pode deixar, vou tirar seu cabaço do jeitinho que você merece”. Enquanto falava isso, eu peguei meu pau que já estava duro feito pedra de novo e comecei a batê-lo no saco dele, de leve. Ele agarrou o pau dele na hora e recomeçou a punhetar. Lembrei-o de não gozar enquanto eu mandasse. Ficamos assim durante uns dois minutos e quando vi que ele estava louco pra gozar, mandei-o largar o pau dele e meti o meu com toda força e sem dó, até a metade, no cu dele. Ele enfiou o rosto no travesseiro pra abafar o som e deu um grito fino, de viado. Começou a se mexer tentando sair daquela posição e fui obrigado a espancar a bunda dele mandando-o ficar quieto até ele acostumar com aquela jeba enterrada no cu.
Depois de alguns minutos, comecei a meter o resto devagarinho até chegar nas bolas. Mexia devagar, pra ele não sentir mais dor. Mexia pra direita, esquerda, pra cima, pra baixo e rebolava um pouco.
Logo ele se acostumou e eu arrisquei umas bombadas leves. Como ele não reclamou continuei. “Está gostoso assim?”. “Seu filho da puta, arregaçou meu cu! Pedi pra ir devagar”. Dei-lhe mais 3 palmadas e voltei a perguntar “Está gostoso assim?”. “Está”. “Está falando isso porque apanhou ou porque está gostando mesmo? Quero que você sinta prazer também”. “Está gostoso. Agora está, mas na hora que você meteu, foi osso de aguentar”. Nisso, eu ainda bombava devagar. Tirava o pau quase todo e enfiava devagar. Quando tirava, deixava só a cabeça dentro daquele cu quentinho e apertadinho. “Falei que ía tirar seu cabacinho do jeito que você merecia.
E você é uma putinha que merece ter esse cu arrombado de uma vez só. Se não tivesse feito tanto doce lá no campinho, você ia levar umas palmadas e eu ia meter devagar. Agora, cala essa boca e rebola na minha pica”. Ele começou a se mexer devagar porque ainda sentia um pouquinho de dor. Mas logo já estava rebolando feito um viadinho rodado, dando uns gritinhos abafados pelo travesseiro e jogando aquela bunda gostosa e vermelha pra trás pra ter meu pau enterrado com mais força. “Gosta de tomar no cu?”. “Gosto”. “Então toma seu safado, viado. Toma no cu do jeito que você merece. Toma”. Eu metia com toda força que podia naquele rego que já estava até vermelho de tanta pica. Pra enterrar mais forte eu segurava na cabeceira da cama e puxava.
Era delirante ouvir o som da bunda dele batendo na minha virilha com toda estocada que eu dava e ver a tremida que a carne dava. Enquanto eu metia ele rebolava mais e mais. Ele estava adorando levar um mastro daquele num cu tão apertadinho quanto o dele. Quando vi que ía gozar, parei, porque não queria gozar naquela hora. Parei com a pica enterrada no cu dele e dei um tapa mandando-o ficar quieto. “Trava o cu o máximo que conseguir”.
Ele travou e devagarinho fui tirando a pica de dentro dele. “Agora destrava”. Ele destravou e fui metendo devagar. Ele entendeu que era pra travar de novo e fiquei nesse vai-e-vem lento durante uns cinco minutos. Aumentei um pouco o ritmo, mas ainda mantendo o trava-destrava. “Gosta da minha pica no seu buraco?”. “É uma delícia!” “É? Então descreva a minha pica”. “É enorme, grossa, quente e dura, muito dura”. “Então senta em cima de mim e cavalga nesse mastro”. Ele rapidinho levantou pra que eu pudesse deitar. Quando ele veio por cima, mandei o virar porque queria que ele cavalgasse de costas pra mim.
Ele virou, pegou meu pau, deu 2 punhetadas nele, posicionou na entradinha do rabo e sentou de uma vez só. Então começou uma cavalgada alucinante e eu adorando ver aquela bundinha se mexendo até que ele pediu permissão pra gozar. Disse que podia e ele continuou a cavalgar loucamente enquanto tocava uma punheta. Segurei meu gozo porque queria gozar junto com ele e pedi pra que  me avisasse na hora que fosse gozar. “Aí, vou gozar agora! Esporra o meu cu todo.
Enche dessa porra gostosa e espanca minha bunda ao mesmo tempo. Sou uma bichinha safada que gosta de dar o cu e mereço apanhar. Bate, isso, bate e goza no meu buraco dolorido”. Nisso, eu espancava a bunda dele com toda força enquanto jorrava litros de porra naquele cu todo arrombado. E a putinha não ficou atrás. Esporrou até não poder mais. Logo depois ele recebeu o tão esperado beijo.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Papo aberto com Renato Tritani

Seguindo nossas entrevistas, o nosso convidado hoje é ele universitário 26 anos, 1.71 m, 70.5 kg, bissexual (100% ativo), dote 18 cm x 16.5 cm, pernas torneadas e peludas, costas largas, peito definido, bunda malhada e redonda, cara de moleque, sorriso safado, corpo musculoso e definido; o rapaz que começou a fazer serviços de acompanhante há pouco mais de dois anos se tornou um dos mais conhecidos acompanhantes do Brasil; ao contrário dos outros acompanhantes que trabalham em capitais; o Renato Tritani trabalha em Araçatuba interior de São Paulo (519 km da capital), embora esteja disponível para viajar e faça algumas temporadas em São Paulo. Tornou-se um dos mais desejados do país. O rapaz tido como nota 10 por vários blogs especializados em avaliar acompanhantes, decidiu abrir o jogo nessa entrevista reveladora.   

VIDA PESSOAL
MAP: Como você se assume? Qual sua orientação sexual?
R.T: Sem dúvida, sou bissexual. Aqui no interior existe um pensamento de que “se o cara gosta de homem, é porque curte pirocada no rabo; caso contrário, seria hétero”. Parece-me que nas capitais de São Paulo e Rio de Janeiro as pessoas têm mentalidade mais arejada e consegue acreditar que um homem pode sentir tesão por outro homem sem querer ser passivo (é uma pena que são poucos, mesmo nas capitais, que sane, que também há homens que curte homens, mas não gostam de dar, nem de comer, já atendi vários assim – os gouines). Também é muito comum um cliente se dizer gay de boca cheia, mas depois, durante a conversa, dizer que também gosta de transar com mulher – achando que o fato de fazer passivo anula seu gosto por mulher e define sua “verdadeira identidade”.
MAP: Qual foi o momento que você se descobriu bissexual e qual sua reação inicial?
R.T: Na infância, quando nem sabia o que era punheta, brincava escondido com as Playboys do meu pai, furando as folhas com meu pinto. Comecei a ter desejos homossexuais no início da puberdade. Eu me excitava com o corpo de um amigo mais velho (que aparentemente era hétero), modeladinho, mas não fantasiava em fazer anal com ele. Ficava incomodado com aquilo, e não fui atrás de nenhuma experiência. Convivi por muitos anos com aquele amigo (que morava perto de casa), teve um período em que, sozinho no meu quarto, costumava fantasiar que fazia sexo oral no dia do aniversário dele, com seu pinto coberto de condimentos e chantilly, e uma cereja na ponta da cabeça (rs, rs). Apesar disso, jamais tentei nada; nem se ele se oferecesse eu aceitaria (meu negócio era só fantasiar em segredo e levar a vida sem expor nada, conversando e jogando vídeo-game como se fôssemos irmãos). E assim foi até os 19 anos, quando estava me alongando na academia, após um treino, e um desconhecido chegou bem próximo ao meu lado; fiquei impressionado ao notar que meu pênis se mexeu, ameaçando armar. Lembro-me de que, enquanto voltava pra casa, falava em voz alta pra mim mesmo: “_Não tenho como dizer que sou hétero; eu realmente gosto de homem”. Levei aquilo numa boa, mas fiquei incomodado em pensar como seria minha vida: _Será que viveria com outro cara? Faria passivo? Gostaria de comer um cara?
MAP: Sua família sabe sobre sua opção sexual? Como sua família reagiu quando se assumiu?
R.T: Nunca falei nada pra minha família.
MAP: E seus amigos sabem? O que acham disso?
R.T: Se alguém perguntasse, diria normalmente que sou bissexual, mas explicando bem como é o meu caso (porque, como já disse aqui as pessoas acham que o mundo se divide entre “hétero” e “gays”, como todos os estereótipos de cada grupo). Teve um amigo que, conversando comigo pelo computador, perguntou sobre minha sexualidade, e eu falei naturalmente. Aliás, seria muito bom se todos fizessem isso, porque é muito desagradável quando os outros ficam desconfiados, falando entre si pelas nossas costas, e prestando atenção para ver se “captam” alguma coisa no nosso comportamento.
MAP: Você já chegou a namorar uma mulher ou homem e quanto tempo durou esse relacionamento?
R.T: Nunca namorei.
MAP: Como foi sua sexualidade na adolescência?
R.T: Não foi (veja a próxima resposta)
MAP: Você poderia nos contar como foi sua primeira vez! Com quem e quantos anos tinha?
R.T: Perdi quando ainda achava que era hétero (meses antes de me identificar como bissexual). Eu queria perder numa orgia, mas como não tinha gente disposta perdi num gang bang: eu e um amigo comendo uma prostituta. Não foi um sexo muito satisfatório (ela não era atraente; nem de corpo; nem de rosto), mas a experiência valeu pela aventura.
MAP: Como foi sua primeira vez com homem? Gostou?
R.T: Eu estava me sentindo mal, num momento de carência, pois na noite anterior havia tido uma discussão familiar muito feia. Conheci um cara por acaso, numa loja do centro da cidade, e começamos a conversar. Até então não sabia que ele era gay, e nem tinha desejo por ele. Mas o sujeito possuía um estilo bem interessante, e fomos conversando até que me levou para sua casa, conduzindo a situação de forma a mostrar que queria “algo”. Eu não fazia ideia de como me comportar, nem do que ia rolar (apesar de já estar com tesão por ele, e saber que “algo” iria acontecer). Resumo da história: ele era passivão, daqueles que chupam e dão o rabo sem cansar. Foi estranho que, ao beijá-lo, o tesão foi embora! Mas ele me chupava tão bem que continuei de pau duro, até que me pediu para comê-lo. Confesso que achei aquilo estranho... Fiz mais para retribuir as chupadas. Assim como no gang bang, valeu pela experiência (não me arrependi).
MAP: Como foi sua primeira paixão? Seu primeiro amor lembra?
R.T: Só tive paixão amorosa (e sexual) aos 6 anos, por uma menina da escola. Já adulto, tive 3 casos de  “bromance”, que é paixão não-sexual de um homem por outro, em que você fica profundamente “ligado” àquela pessoa – sem desejo sexual ou fantasia erótica.
MAP: Descreva o parceiro ideal?
R.T: Tem que curtir meus assuntos e minha forma de ser; deve me respeitar acima de tudo, e guardar segredo sobre as coisas que conversamos. Precisa ter um físico como o meu, e bagagem pra batermos muitos papos-cabeça.
MAP: Você já foi reconhecido na rua ou em outros locais?
R.T: Não, e nem gostaria.
MAP: É possível manter um namoro sendo acompanhante?
R.T: Creio que sim.
MAP: Prefere namorar ou ficar solteiro para curtir o trabalho?
R.T: Acho que um namoro atrapalharia bastante agora: quem sabe daqui a um ano?
VIDA DE ACOMPANHANTE
Em pouco tempo nessa vida de acompanhante você se tornou referência quando o assunto é contratar um bom profissional do sexo. A profissão é considerada uma das mais antigas do mundo. É tido como uma vida fácil. Vamos falar um pouco sobre isso.
MAP: O que você fazia antes de entrar nesse meio?
R.T: Fazia estágio da faculdade num escritório; antes, havia trabalhado numa firma de cobrança, fazendo ligações para os devedores de financiamentos bancários.
MAP: O que o levou a escolher essa profissão? Quando e como você decidiu se tornar acompanhante? E qual a idade que começou nesse ramo?
R.T: Comecei aos 22 anos, por vontade e fantasia pessoal. Precisava de dinheiro, mas não foi isso que pesou; entrei nessa atividade mais por fetiche. E tem dado muito certo! J
MAP: Sua família não sabe da existência do Tritani! Se eles soubessem qual seria uma possível reação deles?
R.T: Nem gosto de pensar; o baque seria enorme (creio que haveria pelo menos um enterro).
MAP: E de onde surgiu a ideia de adotar esse nome?
R.T: “Tritani” lembra triturar, e soa italiano (acho bonito).
MAP: Seu primeiro programa se lembra como foi?
R.T: Sim, e não rolou legal, porque o cliente foi antipático e não interagiu comigo. Tratava-me como um objeto, proibindo que eu falasse, e se recusava a seguir qualquer passo que eu pedisse pra fazer (ex: pegar no meu pau ou verbalizar seu desejo).
MAP: Qual o programa mais difícil que você fez? Aquele em que o cliente se tornou inconveniente?
R.T: Foi numa viagem a São Paulo, sem dúvida. Um cara ligou de madrugada e disse que queria programa em sua casa, mas não tinha o valor integral; eu disse que não daria desconto, e ele perguntou se eu sabia de algum lugar pra sacar dinheiro àquela hora. Respondi que não, e ele soltou um alto grito: “ÁÁÁRRRHHH...Como vou fazer agora?” Foi super desagradável; eu não tinha que escutar aquele grito no ouvido. Meia hora depois ele retorna, dizendo que arrumou a grana. Mas se recusou a pagar taxia na ida, pedindo pra eu ir de metrô (que estava no último horário). Pra não perder o cliente, resolvi ir. O metrô em si não foi complicado: o ruim é que tive que andar um bom pedaço (sozinho na madrugada!) até seu apartamento. Perdi-me no caminho, confundindo as ruas, e cheguei uns 15 minutos atrasado. No local, encontro um bear de meia-idade, bem peludo; pela aparência do apartamento, parecia bem de vida. Em certo momento, acendeu um cigarro de maconha (não atendo drogados, mas resolvi relevar, já que era uma droga leve, e pela situação em que estava não poderia perder o programa). O cliente queria que eu chupasse seus mamilos (com pelos em volta), e era fissurado em receber oral; fiquei chupando em grande parte do programa (não sou um bom chupador, e só chupo com camisinha). Ele exagerou nisso, sério mesmo: o tempo parecia não terminar... Enquanto chupava (com ânsia), cheguei a me arrepender de ter virado GP! Como se não bastasse, o cliente não se higienizou direito para o sexo anal, e tive que enfrentar alguns acidentes de trabalho; ele perguntou quanto eu cobrava pra esticar meia hora, e concordou com o valor. No final, mesmo eu tendo feito tudo o que pediu, o cliente me deu um valor menor, dizendo que aquilo “não atrapalharia nossa relação”. Como sempre digo, eu considero uma boa pessoa, mas não sou bonzinho. “Você vai pagar o que combinamos!”, declarei. Não entrarei em detalhes aqui, mas posso dizer que sem violência fiz o cara pagar o valor correto do programa além do táxi na volta. Isso foi uma lição pra mim: não fico mais abrindo exceções. Quem gosta da gente nos valoriza, e não se dói em pagar um táxi.
MAP: Você poderia nos contar qual a situação mais estranha, inusitada ou mesmo engraçada que já aconteceu em um de seus atendimentos? Qual a fantasia mais louca já realizou?
R.T: A cliente de Birigui que bateu as fotos em que estou com as costas arranhadas tinha uma fantasia bem diferente (quem me acompanha já sabe): queria fazer um teatrinho comigo, em que era uma moça raptada de uma terra longínqua, levada à tenda de um senhor feudal para servir-lo sexualmente. Ela gostava de apanhar com um chicotinho ardido (que guardo até hoje), e de fingir que estava sendo estuprada. Mais recentemente, usei o chicotinho com um cliente fiel, que pediu pra ser humilhado; fiz barbaridade com o sujeito, que teve que lamber o chão e levar cusparadas nas costas, além de sofrer com as pirocadas no nível máximo de ereção, com meu pau quase estourando de tanto desejo, já que a excitação de ser dominador foi alta. Em São Paulo atendi um cara bem jovem, que curtia masoquismo: foi o único, até hoje, que não pediu pras chicotadas pararem (com ele, não havia limite de dor).
MAP: Qual a proposta mais absurda feita por um cliente?
R.T: No meio do programa, quando meu pau estava pronto pra ação, o cliente perguntou quanto cobrava para meter sem camisinha. Pedi R$ 10 milhões. O cliente não disse nada, e depois de alguns minutos repetiu a pergunta; mantive o valor, e ele não quis pagar- ou será que estava sem o valor naquele momento? Até hoje não sei (kkk).
MAP: Quanto tempo durou seu programa mais longo?
R.T: Não foi apenas um: os programas de pernoite são os mais longos, com cerca de 7 horas.
MAP: Você atender apenas homens? Qual o público você atende? Qual o perfil dos clientes que buscam seus serviços? Quais os tipos de clientes que te procuram?
R.T: Ambos os sexos, inclusive casais héteros que desejam que eu coma apenas a mulher. Geralmente meus clientes são gays ou bissexuais discretos – muitos dos quais, comprometidos com mulheres.
MAP: Tem uma quantidade fixa de clientes que você atende num dia?
R.T: Não; varia muito. Às vezes fica parado demais, e depois eles ligam em dias próximos, dando-me trabalho contínuo.
MAP: Faz alguma exigência na hora de escolher um cliente?
R.T: Eu não escolho cliente. Mas faço exigências prévias, para que cada um se encaixe: é necessário que haja uma chuca bem feita (se o cliente quiser penetração), e que a pessoa não tenha odores fortes (principalmente na boca). Em qualquer caso, costumo levar um enxaguante bucal.
MAP: Já chegou a recusar clientes? Quais os motivos?
R.T: Ainda não.
MAP: E quais os que você dispensa?
R.T: Pessoas sob efeitos de drogas; pessoas que querem desconto a troco de nada; pessoas mão-de-vaca, que se recusam a comprar uma garrafa d’água no motel.
MAP: Você já tomou toco de algum cliente? Sofre muita enrolação?
R.T: Sim, infelizmente é comum que as pessoas entrem em contato (por telefone, WhatsApp, e-mail ou Skype) só para conversar e fingir interesse. Eu já aprendi a me precaver contra isso, e a principal medida é a exigência de que leiam meu site para pegar as informações básicas (“o que eu faço”, “qual meu dote”, “quais minhas medidas” etc); assim, não dou oportunidade pros outros me deixarem pendurado, gastando meu tempo só pra matar a curiosidade de falar com um GP. Aliás, bato papos longos com o maior prazer, mas mediante pagamento!
MAP: Qual a maior loucura alguém já fez para transar com você?
R.T: Viajar uma looonga distância, hospedar-se num ótimo hotel e pedir um programa sem tempo definido, com direito a parada pra pizza. Inclusive soltei um filme em que esse cliente participou.
MAP: Algum cliente já quis assumir um relacionamento com você, querendo te tirar dessa vida?
R.T: Alguns já quiseram assumir relacionamento, mas nenhum sugeriu que eu parasse de ser putão.
MAP: Já chegou a se apaixonar por um cliente?
R.T: Sim, fiquei ligado ao cliente religioso (citado em relato no meu site), mas foi coisa rápida, que passou em pouco tempo.
MAP: Bem! Você é somente ativo. Mas imagino que já tenha recebido inúmeras propostas para ser passivo. Estou correto?
R.T: Muita gente! Já abri mão de muito dinheiro por não liberar o Marquês de Rabicó. 
MAP: Como é o relacionamento com os outros acompanhantes? Há companheirismo ou rivalidade? Há uma troca de informações sobre clientes e atividades?
R.T: Depende dos GP’s. Não vejo muita colaboração entre eles, a menos que morem no mesmo prédio ou já se conheçam antes de entrar na atividade. Quando há ajuda entre boys mais “afastados”, é só com informações básicas e rápidas. Nunca soube de nenhum intercâmbio de dados; na verdade, os GP’s não confiariam nesse tipo de coisa, porque poderia servir para atrapalhar concorrência.
MAP: E serviços de stripper/gogo boy você já fez?
R.T: Ainda não.
MAP: Além de acompanhante, você exerce outra profissão? Se não fosse profissional do sexo, que profissão estaria exercendo?
R.T: No momento só atuo como acompanhante. Se não fosse profissional do sexo me dedicaria mais aos estudos, e não estaria um semestre atrasado na faculdade.
MAP: Como você se prepara antes do programa?
R.T: Não como nada pesado, nem carne ou alimentos gordurosos; faço uma refeição leve. Assim como aplico técnicas mentais de relaxamentos nos clientes, faço em mim mesmo, pra dar o meu melhor. 
MAP: Você realmente sente prazer em todos os programas?
R.T: Tenho que sentir, pro pau subir!
MAP: Você ou algum parceiro já “falhou” na hora H? Como foi lidar com a situação?
R.T: Muita gente não fala disso, mas não fugirei da pergunta: já aconteceu sim. Um certo casal me contratou, mas fez as coisas do jeito errado desde o início. No telefone o homem ficava perguntando se eu era gay, alegando que um amigo gay vira meu blog e garantira que eu seria homossexual. Ao chegar ao motel, a própria namorada dele ficava com olhares desconfiados enquanto conversávamos sobre sexo. A culpa foi 50% deles, porque eu deveria ter negado a proposta já pelo contato inicial (que foi “broxante”, e não preparou caminho pro personagem atuar).
MAP: Você atende em Araçatuba e cidades vizinhas, além de algumas temporadas em São Paulo. Costuma atender fora do estado de São Paulo?
R.T: Nunca atendi fora do Estado de São Paulo, e para isso ocorrer o cliente deveria antecipar os custos da viagem com metade do cachê, devidamente aumentado.
MAP: Como você administra sua carreira?
R.T: Gostando de mim, cuidando do meu físico, alimentando-me direito, atualizando meu site, fazendo novos ensaios, gravando novos filmes com os clientes devassos...
MAP: O termo “michê” te ofende?
R.T: De forma nenhuma.
MAP: Você já ficou com diversos rapazes que têm namoradas ou são casados. Já chegou a encontrar com algum deles em uma eventualidade em que eles estavam acompanhados das parceiras? Como foi sua reação?
R.T: Vi aquele cliente religioso num show, com a mulher ao lado. Ainda bem que ele sabia que era profissional e jamais faria mal pra ninguém, e por isso ficou totalmente tranquilo. Teve uma hora que o cantor cantou a música “Sabor de Chocolate” (do funkeiro Naldo), e na parte que diz “Tem sabor de chocolate o sexo que a gente faz...”, o cliente virou pra trás e me olhou fixamente por 2 segundos, sem sorrir pra não dar bandeira (eu estava a uns 15 metros).
MAP: Até quando pretende ser acompanhante? Quando pretende pôr um fim na carreira?
R.T: Boa pergunta... Pretendo parar até o fim deste ano, mas nada garante que isso irá ocorrer.
MAP: Se surgisse um convite para atuar em filmes pornôs, você faria?
R.T: Sim! Foi o fetiche de ser ator pornô que me levou a entrar na putaria profissional. Antes eu não podia, mas agora posso (com algumas condições como o uso de máscara).
BLOG PESSOAL
MAP: Como você decidiu criar o blog e gravar e fotografar suas transas? Qual foi sua inspiração?
R.T: Vendo o blog de um michê que se divertia com o que fazia. Aquilo me atraiu de um jeito muito forte. Passei a freqüentar os blogs adultos de outros GP’s, que me faziam passar mal com a vontade de ser prostituto.
MAP: Você faz vídeos por sentir tesão fazer sexo gravando ou pelo fato de divulgação?
R.T: Os dois. Gosto muito da exposição.
MAP: Tem alguma exigência para gravar?
R.T: Nenhuma, até porque sou eu que gravo, usando minha própria câmera.
MAP: Há um vídeo que você considera o seu preferido (ou preferidos)?
R.T: Cada um é como um filho pra mim! Não tenho como dizer que um é preferido...
MAP: Você tem algum amigo que te ajuda nas gravações ou faz tudo sozinho?
R.T: Faço tudo só.
MAP: Um vídeo que você sonhar em gravar? Quem seria o(s) parceiro(s)?
R.T: Queria gravar com algum GP famoso (tenho nomes, mas prefiro guardar e esperar a sorte aparecer). Outro sonho é fazer vídeo longo com mulher (se mostrar o rosto, melhor ainda).
MAP: Algumas vezes você já se arrependeu da sua exposição ou já pensou em desistir de tudo?
R.T: Às vezes não acredito que estou nesse caminho, e penso se não teria sido melhor deixar o sonho num canto, para me dedicar a outras coisas. Mas acho que está valendo à pena, e desistir seria pior.   

SAÚDE
MAP: Você já usou algum tipo de estimulante sexual?
R.T: Sem dúvida! Ultimamente tenho atendido sem, mas era bem comum eu usar pouco antes de sair de casa.
MAP: Você já teve problemas com alguma DST e quais os cuidados toma para evitar contrair alguma? Faz exames regularmente?
R.T: Nunca tive problemas. Os cuidados são: colocar camisinha bem colocada no meu pau, e só aceitar fio-terra com camisinha (pois o dedo pode levar alguma secreção sexual para meu ânus, e ela acabar na corrente sanguínea). Faço exames completos trimestralmente.
MAP: E o que pensa sobre bareback (sexo desprotegido)? Você já fantasiou praticando barebacking?
R.T: Acho muito arriscado; nunca fantasiei com isso.
MAP: Alguns acompanhantes usam substâncias ilícitas. Você já usou ou usa algum tipo?
R.T: Nunca me interessei.
MAP: Você consome bebida alcoólica?
R.T: Sim! Só destiladas, uma duas vezes por mês (se muito).
PREFERÊNCIAS SEXUAIS
MAP: Você se considera viciado em sexo?
R.T: Por incrível que pareça: não. É igual álcool: eu adoro, mas não preciso ficar usando constantemente; e se precisar ficar sem por um tempo longo (ou indeterminado), eu fico.
MAP: Você tem alguma dificuldade no sexo?
R.T: Maus cheiros me broxam.
MAP: De 0 a 10 qual a importância do sexo em sua vida?
R.T: Atualmente, 8.
MAP: Se considera um símbolo sexual?
R.T: Ser um símbolo é ser um exemplo. E isso depende do ponto de referência: para os que me contratam, eu sou. Ao olhar no espelho eu não me considero, pois meu algo é como o horizonte: quanto mais ando, mais longe ele fica. No caminho dessa evolução, é bom saber que as pessoas me consideram um símbolo.
MAP: O que você mais curte no sexo? O que mais te excita? O que o parceiro obrigatoriamente tem que fazer na cama para te dar prazer?
R.T: Adoro levar chupadas intensas no pau e no ânus, de ouvir (e falar) sacanagens, e de dar (e receber) carícias (inclusive nos bagos). Também sou louco por chupar bucetas lisinhas e cheirosas... 
MAP: Quais as preliminares que não podem faltar?
R.T: Um olhar de desejo; palavras que externem o que a pessoa está querendo; uma pegada (com vontade) no “volume” da minha cueca, chupadas bem lambuzadas...
MAP: Você tem algum truque para hora H?
R.T: Gosto de brincar com a situação, falando coisas divertidas e interagindo com o (a) cliente, num joguinho de excitação.
MAP: O que seu parceiro precisa dizer para atiçar seu fogo?
R.T: “Nossa, que pau é esse?” “Que coisa deliciosa!” “Vem, me come, meu macho!” “Mete fundo, vai! Arrebenta!”.
MAP: Quais os pré-requisitos para uma boa foda (como é a boa sacanagem para você)? Em que você se amarra quando está trepando?
R.T: A boa foda precisa rolar com descontração; o resto fica por conta do tesão. Enquanto trabalho, gosto de fantasiar que estou numa praça ou outro lugar público, sendo visto por estranhos.
MAP: Qual o carinho você mais gosta (qual seu ponto fraco, o que você não resiste, onde ele deve tocar)?
R.T: Uma boa chupada no meu saco, seguida de leves carícias com as pontinhas dos dedos, fazendo movimentos concêntricos.
MAP: O que você nunca faria na cama?
R.T: Algo envolvendo sangue, animais ou uma pessoa com menos de 14 anos.
MAP: O que já fez que não repetiria de forma alguma?
R.T: Sair do meu local para pegar o metrô, em direção a um cliente que queria programa na hora (relatado anteriormente).
MAP: Uma coisa que você não tem paciência?
R.T: Pessoas que cutucam só por cutucar, ou que não se decidem.
MAP: Prefere ficar beijando ou vai logo ao ataque?
R.T: A maioria curte as preliminares; então eu capricho!
MAP: Quais as brincadeiras eróticas que você curte?
R.T: Sadismo; humilhação no cliente.
MAP: Você prefere começar o oral sem que o pau esteja tão duro?
R.T: Prefiro começar em meia-bomba, pelo menos.
MAP: Quais os acessórios que você mais curte?
R.T: Gel aromatizante comestível e (se eu for chupar) camisinha com sabor.
MAP: Você curte voyeur?
R.T: Muito!
MAP: Qual sua posição sexual favorita (ou quais)?
R.T: De ladinho e agachado com os joelhos dobrados (com as mãos sobre os joelhos).
MAP: Um lugar que você gostaria de fazer sexo? Um cenário ideal para transar?
R.T: Curto lugares naturais, ao ar livre... Até hoje só fantasiei, mas tenho vontade de fazer. Meus programas rolam em quartos (de hotéis, motéis e residências), e nesse caso é necessário que o local esteja arrumado.
MAP: Já transou ou transaria em público?
R.T: Ainda não, mas adoraria!
MAP: Quais seus tipos de homens preferidos, aqueles que você gosta de fuder?
R.T: Os de aparência jovem; os simpáticos; os cheirosos.
MAP: E quais os tipos que você dispensa?
R.T: Nenhum!
MAP: Qual a coisa mais importante que você observa na escolha de seus parceiros?
R.T: Tratando-se de parceiros na vida pessoal (e não clientes), não posso dizer, pois nunca namorei (nem tive rolo).
MAP: Toparia ou já fez sexo grupal (surubas/orgias)? O que acha disso?
R.T: Já fiz a 3! Gostaria de fazer com muita gente ao mesmo tempo (acho o máximo)!
MAP: Prefere cú folgado ou apertado? Curte virgens?
R.T: Apertado, mas não muito. Adoro os novatos!
MAP: Curte sexo virtual? Exibição via web cam?
R.T: Amo... Sempre satisfaço os outros nos meus shows!
MAP: Quais são as suas fantasias? Quais já conseguiu realizar?
R.T: Realizei a da taça de cupuaçu (bato punheta e deixo a porra cair no cu, que fica cheinho do meu creme branco...). Tenho a fantasia de meter em meio à natureza, ao lado das árvores. Um sonho antigo é comer a mulher de um militar na cama onde eles dormem, com as fotos dos filhos pequenos em volta, sem que ele saiba...
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MAP: Com tantas fodas, você ainda pratica a masturbação? E qual a frequência?
R.T: Esse é o lado ruim da profissão: a gente não é dono do próprio esperma (rs, rs)! Precisamos nos segurar, pois a qualquer momento alguém pode ligar querendo o conteúdo no nosso saco. Mas me masturbo umas 2 ou 3 vezes por semana.
MAP: É mais para o tipo romântico ou selvagem?
R.T: Sou ambivalente; depende do estilo de quem me contrata.
MAP: Para você como deve ser o sexo?
R.T: Com alegria e despreocupação, respeito o limite do outro e buscando dar prazer.
MAP: Você já participou de uma dupla penetração anal?
R.T: Ainda não; adoraria encaçapar esse gol!
MAP: Você demora a gozar?
R.T: Levo alguns minutos.
MAP: Você fica excitado quando fala em sexo?
R.T: E como...!
MAP: Você tem prazer quando está recebendo um cunete?
R.T: Demais! Devo ser um dos poucos ativões que gostam de ser lambidos no cuzinho...
MAP: E onde prefere gozar? Ou onde você gosta que o cara goze?
R.T: Curto gozar na boca e no cu (fico na punheta e deixo o líquido cair). Não faço questão que gozem em mim; só recebo no peito e nas costas.
MAP: Qual a melhor forma para você gozar?
R.T: Em pé, com o cliente ajoelhado, olhando pro meu pau.
MAP: Já transou com travestis?
R.T: Uma vez.
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MAP: Comida, bebida, já usou algo durante a transa?
R.T: Vinho, Red-bull e bombons.
MAP: Há algo que você acha que seja sua marca em suas fodas?
R.T: A falação de putarias e o relaxamento que aplico nos clientes, passando as coordenadas mentais para ele se soltarem.
MAP: Você costuma freqüentar clubes, boates, saunas gays, casas liberais ou algum tipo de ambiente de pegação gay?
R.T: Não; só fui numa balada gay uma única vez (uma casa convencional), conforme relatado na aba “Blog” do meu site.
MAP: Você já teve vontade de transar com algum amigo, parente ou namorado de alguma amiga?
R.T: Não tenho amigas.
MAP: Qual sua atitude quando você nota que seu parceiro está sentindo muita dor por conta da penetração?
R.T: Entendendo que parceiro, na pergunta, se refere a cliente, eu aplico alguns toques e digo coisas relaxantes, além de tirar o instrumento devagarzinho para meter novamente, com o cu mais folgado.
MAP: Você tem ideia de quantos homens já transou em sua vida?
R.T: Nem sonho!
TRITANI NA INTIMIDADE
MAP: Qual a parte de seu corpo você mais gosta?
R.T: Além do pau, gosto da minha bunda.
MAP: E no homem, qual a parte que mais gosta?
R.T: O bíceps.
MAP: UM homem bonito para você? Qual é o homem que você tem mais vontade de ficar (seu maior sonho de consumo)?
R.T: Gosto do sertanejo Alex, da dupla “Pedro Paulo e Alex” (é o sem chapéu).
MAP: E uma mulher bonita pra você?
R.T: Lola Melnick.
MAP: O que um homem deve fazer para conquistá-lo?
R.T: O 1º passo é não me conhecer através do meu trabalho de GP.
MAP: O que faz para chamar a atenção de um cara que te deixa com tesão na rua?
R.T: Não chamo a atenção dos outros. Procuro transar só no trabalho (há mais de um ano que não transo na vida pessoal).
MAP: Você mora em casa ou apartamento? Com quem você mora?
R.T: Moro na casa dos meus pais.
MAP: Você pratica alguma atividade física ou esporte? Como cuida do corpo?
R.T: Pratico musculação. Cuido-me fazendo treino regulares e alimentado-me bem.
MAP: Qual você julga ser seu pior defeito?
R.T: Não gostar de acordar cedo.
MAP: E sua melhor qualidade?
R.T: Saber ouvir os outros.
MAP: Seu hobby? O que gosta de fazer quando não estão trabalhando?
R.T: Navego em canais do Youtube sobre curiosidades e informações diversas.
MAP: Sua comida favorita? Sabe cozinhar?
R.T: Gosto da cozinha mineira e da italiana. Não sei cozinhar.
MAP: Filmes favoritos ou gêneros de filmes que você gosta?
R.T: Gostei muito de “Divergente”. Curto filmes naquele estilo: com boa história. Gosto de comédia, ação (sem exagero e terror (sem sangueira gratuita).
MAP: Livros favoritos?
R.T: Ultimamente os livros da faculdade estão ocupando o lugar de todos os outros. Mas gostava muito das obras de Júlio Verne (faziam-me viajar) e de “O Livro das Virtudes”.
MAP: Programas de TV favoritos?
R.T: Na TV paga, telejornais e documentários em geral; na aberta, “Tá no Ar” (Globo), “Profissão Repórter” (Globo) e “O Aprendiz” (Record).
MAP: Qual ritmo, cantor ou música você mais curte ou que faz a sua cabeça?
R.T: Aprecio as eletrônicas. Gosto do cantor Kasino.
MAP: Quais são as suas paixões? O que você mais preza na vida?
R.T: Tenho paixão por conhecimento. Prezo a busca pela felicidade, em todas as suas formas.
MAP: Você tem formação superior?
R.T: Estou me formando (pretendo concluir neste ano!).
MAP: Como você se considera?
R.T: Calmo, alegre, paciente e comunicativo.
MAP: Você tem animais de estimação?
R.T: Tenho um cachorro.
MAP: Qual lugar você gostou ou gostaria de conhecer?
R.T: Gostaria de conhecer lugares bucólicos ou paradisíacos, com beleza natural.
MAP: Como é o seu humor?
R.T: Sou bem humorado; costumo ter problemas com acessos de riso.
MAP: Qual o maior erro que você cometeu em sua vida?
R.T: Ter tratado como prioridade quem me travava como opção.
MAP: Qual sua filosofia de vida ou uma frase que resume o que você pensa sobre a vida?
R.T: “Do mais devasso dos mais homens ao mais abnegado monge, todos buscam o mesmo: afastar a dor e alcançar o prazer; a diferença é o caminho...” Essa frase declara que o sentido da existência é a satisfação (não no sentido de prazer carnal, mas de autocompletamento); para chegar a isso temos que trilhar um caminho que não vem pronto; nem possui mapa. Para ter prazer em tudo, peso os prós e os contras de minhas escolhas. Mas sei que a vida é inesperada e misteriosa; o legal é curtir a viagem, e tirar a melhor lição da experiência...
MAP: O que é felicidade para você?
R.T: Estar bem consigo mesmo.
MAP: Um momento marcante em sua vida?
R.T: Fazer meu primeiro programa.
MAP: Um momento desagradável ou frustrante?
R.T: Sofrer enrolação de verdadeiros atores, que fingiram que queriam marcar programa ou cutucaram só pra jogar conversa fora. Também é frustrante ver pessoas avacalhando a gente sem razão alguma (por pura maldade), espalhando falsidades sobre meu jeito de ser.
MAP: Como você dorme pelado ou de cueca?
R.T: De cuequinha. 
MAP: O que não poderia faltar numa ilha deserta (ou quem você levaria para uma ilha deserta)?
R.T: Acesso à web (rs, rs)! Além disso, queria alguém simpático (a), bonito (a), com corpo modelado, que curtisse uma boa conversa e estivesse na minha faixa de idade (mas com uma boa experiência de vida). Acredite se quiser, mas nem precisaria de sexo...
MAP: Você sofre ou já sofreu de alguma fobia sexual?
R.T: Acho que não (será que a resistência em quebrar meu lacre anal é uma fobia?).
MAP: Você já sofreu algum tipo de preconceito? Qual?
R.T: Já inclusive com cliente que não acreditam que não curto fazer passivo. Na vida pessoal passei por muitas situações desagradáveis, das quais nem é bom ficar lembrando...
MAP: Tem algum site ou blog que você gosta de acessar?
R.T: Gosto desses espaços no Youtube: “Canal do Valentim”, “Canal do Pirulla” e “Vamos Falar de História?”. Fora os humorísticos, que são diversos...

Bem mudando de assunto vamos saber sua opinião sobre alguns temas.
MAP: Drogas:
R.T: Jamais. Embora seja favorável à legalização, acredito que não vale a pena usá-las.
MAP: Política:
R.T: Adoro. Temos que ler sobre o assunto, acompanhar o que acontece nos três poderes e votar conscientemente.
MAP: Casamento gay:
R.T: É uma questão de justiça (os héteros não perderão nada se os gays puderem ter os mesmo direitos quanto à alteração de sobrenome, benefícios previdenciários, conta-conjunta e divisão de bens, dentre outros.)
MAP: Homofobia:
R.T: É o resultado da ignorância ou de problemas psicológicos.
MAP: Uma pessoa que você odeia:
R.T: Kin Jong-Un.
MAP: O que você tem a dizer sobre o relacionamento afetivo com outro homem? Qual é a sensação de amar outra pessoa, mas esse relacionamento não ser bem visto por uma parte da sociedade?
R.T: O relacionamento afetivo com outro homem é um fato da vida, que acompanha a humanidade desde os seus primórdios (não necessariamente com conotação sexual), que leva à melhoria interna do indivíduo (identicamente ao relacionamento hétero). Parte da sociedade vê isso como algo ruim por mera tradição cultural, que gerou crenças infundadas na cabeça das pessoas (servindo apenas como tapume para justificar aquela herança pré-formatada) – como a de que o relacionamento sexual só é valido se tiver o potencial de gerar filhos (sendo que o sexo entre héteros estéreis é considerado normal!), e que a relação sexual entre homens seja sinônimo de safadeza.
MAP: Se lhe fosse dado o poder de trocar de vida com outra pessoa, quem seria essa pessoa?
R.T: Não sou petista nem dilmista, mas trocaria com a Presidente do Brasil, pois queria ter seu poder para mudar certas coisas. Só por poder tomar três ou quatro decisões, já valeria à pena.
MAP: Namorado para você tem que ser liberal? O que pensa sobre os relacionamentos abertos?
R.T: Acho que um eventual namorado deveria ser liberal. Considero os relacionamentos abertos o máximo!
FUTURO
MAP: Pensa em ter um relacionamento? Formar uma família, ter filhos?
R.T: Penso, sim. Quero ter dois filhos (já tenho até os nomes).
MAP: Como acha que vai ser sua vida depois dessa fama?
R.T: Vou sair da vida de GP de vez, sem retorno, pra entrar em atividade totalmente diversa.
MAP: Como seria o homem com quem pretende envelhecer?
R.T: Nem sei se quero envelhecer com um homem... E pra falar a verdade acho que está muito cedo pra isso.
FINAL
MAP: O que mais te irritou nessa entrevista? O que achou dessa entrevista?
R.T: O que mais me irritou foi o fato de eu não ter tempo para respondê-la na velocidade merecida pelos leitores. Achei uma boa iniciativa, que agradará quem queria saber mais de mim.
MAP: Quais os seus projetos futuros? Existe algum sonho ainda a ser realizado? E qual seu sonho de consumo financeiro?
R.T: Quero ir a outras capitais (além de São Paulo). Tenho o sonho de conhecer dois ou três atores pornôs que curtia muito, quando a profissão de GP ainda era algo que parecia impossível realizar. Meu sonho de consumo financeiro? Puxa, juro que não tenho! Sou um cara desapegado de coisas palpáveis!
MAP: Como as pessoas podem entrar em contato com você?
R.T: Basta procurar por meu nome no site de busca, pra acessar meu site pessoal. Se quiserem o link direto dos contatos, aí vai: http://www.tritani.com/dados-pessoais
MAP: Uma mensagem final para seus fãs?
Obrigado por me seguir! Fico agradecido por seu apoio. Não deixem os outros abaixarem sua cabeça; sinta-se digno e precioso (como realmente é) e desfrute a vida com juízo (sem prejudicar os outros ou a você mesmo).

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